31 de março de 2017

Blame! vol1 - Mangás que Andei Lendo}

           Quando a JBC anunciou a vinda de Sidonia, eu imaginei logo de cara: -Eles irão trazer Blame! E pra minha alegria, eles trouxeram o que é um dos marcos na carreira de um dos meus autores favoritos, Tsutomu Nihei
             Pra começar, as obras de Nihei são de nicho sim, e poucos conseguirão assimilar a sua excelência como autor. Precisamos lembrar também, que ele criou este mangá, ao contrário de Sidonia, especialmente pra si mesmo, como um autoaprendizado e até diversão. Nunca foi feito pensando em público. E por fim, Blame! é uma continuação direta {ou quase isso} de Noise, obra pouco popular do autor, mas adorada pelos fãs, por ser a base de suas obras vindouras, em especial, o próprio Blame! Mas não, não é necessário conhecer este para compreender a obra, apesar de ajudar muito, claro, já que o background é todo traçado em Noise, que por sí só, é quase doujinshi.  
             Neste primeiro volume, temos basicamente a premissa básica do mangá, a corrida frenética de Killy a procura de um humano puro, que possua o gene modem, capaz de acessar a Netsphere e claro, não deixar perder o que ainda há da humanidade. Com suas páginas carregadas e textos escassos mais expressivos, ele traça um mundo só dele, com criaturas únicas e um cenário prá lá de distópico e labiríntico.
          É preciso observar bem as cenas mudas, só com imagens. Só assim se compreende a trama, que nem sempre vem através de balões. Blame! terá 10 volumes, e pretendo tê-los aqui, junto com as edições de Abara, outra obra linda do Nihei. Como serão bimestrais, fica mais fácil juntar uma graninha pra comprar. Os mangás estão com papel de altíssima qualidade, com sobrecapa colorida {luva} e a partir do volume dois, páginas coloridas. Basicamente, quase não difere da edição original japonesa. 
           Se comparado com Sidonia{2009-2015}, Blame! {1998-2003}é mais sujo, mais carregado. Sidonia tem traços mais limpos e arredondados e claro, mais comerciais. Continuarei acompanhando o mangá, assim que o volume dois chegar, farei resenha aqui. Vamos ver qual será o futuro desta obra, que já tem um longa programado para este ano, que sairá pela Netflix

A.D. Police Files

          Eu acabei de assistir aos três OVA's de A.D.Police Files. Uma espécie de Extra do já popular Bubblegum Crisis, e caramba, que show de animação. A trilha sonora continua ótima, enquanto a trama é rápida e objetiva. Talvez até rápida demais. Eu gostaria de saber melhor a respeito dos personagens e suas motivações, mas este gostinho de quero mais é um plus nesta obra. 
               Interessante também, o eterno debate do que é humano ou não. O questionamento recai a respeito dos transplantes cibernéticos, que na animação, são comuns, como por exemplo, substituir um olho problemático por um novo. O que ainda é um debate válido, uma vez que estamos cada dia mais "modificados". Quem não conhece alguém com uma ponte de safena, pino nas articulações, ou mesmo próteses de silicone?

          No anime, diz que se você tem mais de 70% do seu corpo modificado, você não é mais considerado humano. Será mesmo? O quanto, partes cibernéticas ou artificiais nos tornaria inumanos? O que nos torna humanos não são nossas emoções, sentimentos, paixões? E a essência humana, não importaria mais? Me encanta esses questionamentos.

          O único personagem que consegui reconhecer do original é Leon, que aqui, é jovem e acabou de ingressar na Polícia AD. Junto com sua parceira, Gina, eles saem por Tokyo em busca de Boomers descontrolados ou problemáticos, que são um risco para a sociedade.
        Encontre todos os OVA's no Youtube e digo que foi um belo achado. Infelizmente já não temos animes como estes, que já nascem clássicos. Os animes da década de 90 tinham um charme raro de se encontrar nos animes atuais, e só por isso, já valem uma olhadinha. 

Morre Daisuke Satou, autor de HSOTD

         Infelizmente, a indústria do anime/mangá perdeu no último dia 22 de Março, o grande mestre Daisuke Satou aos 52 anos, que junto ao artista Shoji Sato, criou High School of the Dead, um dos maiores sucessos dos animes {2009}. A mistura de zumbi, ação e mulheres gostosas, tornou HSOTD um fenômeno, inclusive aqui no Brasil, onde o mangá foi publicado pela Panini.
            O desenhista Shoji Sato, tem a opção de prosseguir com a obra, caso queira, mas é quase certo que a dê por encerrada, em memória ao amigo. Só o tempo dirá. Mas seria uma pena não ler a conclusão de um excelente mangá. Que aliás, encontra-se em hiato a quase quatro anos. Shoji também está ocupado com a obra Triage X, portanto, não deve mesmo retomar HSOTD tão em breve. 

23 de janeiro de 2017

American Horror Story - Séries que Andei Vendo

            O sombrio sempre atraiu a humanidade e a mim claro. Gosto de filmes de terror, mas admito, é raro encontrar algum com uma qualidade aceitável. A maioria decepciona, em especial por dar pouca atenção a uma história de qualidade, e se pegar na apelação, jogando sustos e sangue em toda a parte. 
        Quando encontrei AHS foi um choque. Não acreditava estar diante de um roteiro tão interessante e cativante para uma série de horror. Cada temporada contempla um arco diferente, e apesar de trazer um núcleo central de atores e eles se revezarem em distintos personagens, todos são incrivelmente bons para nos surpreender com atuações incríveis e fervorosas.
             A primeira temporada nos mostra uma casa mal assombrada, com uma gama de personagens com atuações ricas e palpáveis. Um casal que se muda, achando estar fazendo um bom negócio, descobre que o inferno só está começando. Mortos caminham pela casa, onde assassinatos hediondos e assustadores foram cometidos. Os finais de AHS nem sempre são felizes, mas a mim são satisfatórios. Não suporto finais previsíveis.
         A segunda já nos pega pelo maior temor de um ser humano racional: Acabar em um hospício. Ter a sua sanidade questionada é incômodo e nos desequilibra. Essa temporada é uma das mais perturbadoras até agora {assisti só três por enquanto}, com exorcismos, anjo da morte, psicopatas disfarçados e muita gente mutilada.
          A terceira temporada foi a última que vi. Provavelmente a que mais amei até então. Não sei se foi o tema: Bruxaria. Mas foi de fato instigante ver o decorrer da série. Racismo, feminismo, magia negra...Uau, essa temporada foi fascinante. Só um tema me vinha a mente: Mãe. Engraçado como cada enredo caía nesta temática. A mãe que molesta o filho, a mãe que priva o filho de tudo, inclusive do seu passado criminoso e se oculta abaixo do manto cristão. A mão que subjuga e humilha a filha para que ela seja sempre inferior e nunca a a supere. A mulher que recorre a tudo para ser a mãe. A mãe que dá seu filho ao demônio...
            Atualmente comecei a ver a quarta temporada, Freak Show, sobre um circo e as pessoas "anormais" que lá existem e são exploradas por suas peculiaridades. Logo retorno para falar sobre para vocês. Abraços e recomendo fortemente

27 de dezembro de 2016

3% de chance de ser feliz

             Hoje eu conclui a série 3%, original e disponível pela Netflix. Ainda estou em choque. Não esperava que o Brasil fosse despontar com séries cada vez melhores e mais arrojadas e por fim, nós, consumidores frenéticos de séries é quem saí ganhando.

             A premissa funciona de tal forma: Vivemos em um mundo sujo, com um alto grau de pobreza e pessoas muito inconformadas com a situação em que se encontram {parece familiar né?}. A contra partida, existe um lugar muito melhor, onde tudo funciona bem: saúde, educação, tecnologia.... Um mundo tão utópico e perfeito que é cobiçado por todos, mas só disponível para 3% da população. 
           Neste cenário existe uma seleção, com o propósito de filtrar os melhores, os quais irão adentrar a este novo e maravilhoso mundo chamado MarAlto. A seleção envolve perspicácia, inteligência, e raciocínio lógico. São várias provas com uma única finalidade: escolher os mais hábeis para esta vida tão afortunada e única. Assim  que completam 20 anos, os jovens adultos estão prontos para passar no sistema. Muitos, passam toda a sua vida se preparando para a mesma.  
            Mas o processo de seleção possui falhas. Muita coisa não funcionam como esperado e nem tudo são flores. A seleção envolve grande apelo  psicológico, e tudo vira uma grande bomba relógio. Achei a série fantástica e interessante. Eu não imaginei que seria tão coesa e significante. 
           Fico feliz em ver o Brasil tão bem neste quesito, já tão dominado pelos gringos. A série cativa, comove e nos prende.  E queria um capricho melhor na maquiagem, cenários, figurinos, mas não se pode te tudo afinal, no mais, recomendo. 

22 de novembro de 2016

Kabukibu - Nos traços do CLAMP

           Novidade gostosinha do Clamp. Não, elas não retomaram os trabalhos antigos, muito menos X-1999. Trata-se de um caracter designer {assim como fizeram em Code Geass e Mouryou no Hako}, da série Kabukibu, que estreará em Abril de 2017 pela TBS. Péra, Abril? Coincidência? Bom... Elas não existem né!?
         O anime será baseado em uma série de light novels de Eda Yuuri. "A história gira em torno de Kurogo Kurusu, um estudante de 15 anos que ama Kabuki e que quer criar um clube de Kabuki em sua escola – mas as coisas não acontecem de uma maneira tão fácil quanto ele imagina, uma vez que ele precisa convencer outros estudantes a se juntarem ao clube. Kabuki é uma forma clássica de teatro japonês que envolve atuação, danças e sua maquiagem bem típica em tons de branco, vermelho e preto." Com 4 volumes já lançados, o anime vem pelo Studio DEEN. Fonte: #ClampProject

17 de novembro de 2016

Sete Dias em Alesh - {Mangás que Andei Lendo...}

           Uma seca de mais de duzentos anos está prestes a acabar, assim como, um novo Rei será eleito em Abukir e a Princesa será desposada. Pra isso, se dá início a grande corrida em Alesh, um enorme deserto. Essa corrida durará sete dias, de Abukir até Badya. Que comece a aventura...

           Desde que conheci o Stúdio Seasons, estava louco pra ter em mãos este clássico, publicado através da Hant Editora. Foi apenas um volume, mas que introduziu todo o conceito que seria explorado mais tarde em Mitsar, projeto este, lançado primeiro pela Neo Tokyo em capítulos, e depois encadernado. 
           O traço da Sylvia Feer é excelente no quesito Shonem, que é a pegada deste mangá, contrando com riqueza de detalhes o prólogo desta fascinante aventura. No site do Studio Seasons, Sete Dias em Alesh permanece na seção de "projetos", o que me dá esperanças de ver o Rei Manjin em ação novamente, já que em Mitsar, creio que o foco foi mais direcionado a Khemis e aos outros coadjuvantes. 
           O trabalho é de 2002, mas já contava com uma produção lindíssima e refina, com retículas e ótimo roteiro. Me bateu aquela curiosidade de ler Mitsar, que certamente, estará ainda mais 'profissional'. Por fim, se acharem esta relíquia em algum sebo ou na internet, como foi o meu caso, não pensem duas vezes, compre. Vale cada centavo.♥

14 de novembro de 2016

The Twelve Kingdons - Os Doze Reinos

          Eu terminei de assistir, o que eu considero um dos melhores animes da minha vida otaku. Eu achei esse anime por acaso, mas já tinha lido muito a respeito em revistas informativas sobre o gênero. A história é riquíssima e é impossível não mergulhar nesta fascinante aventura. Eu já havia mencionado o anime aqui, quando comecei a assistir, e agora retorno para dar meu parecer final, após ter visto seus 45 episódios. 
          Um novelão! Não tem uma forma melhor de definir este anime, tão coeso e bem roteirizado. Mas isso é justificado. O anime deriva da série de romances da escritora japonesa  Fuyumi Ono, que criou um mundo riquíssimo, com termologias e até politicas próprias. 
                 Youko Nakajima, uma aluna exemplar e muito invejada, não entendia o seu papel no mundo onde existia. Neste novo universo, ela assumiu o papel de princesa, e assim, ela compreendeu sua missão social e as mudanças que suas ações trariam na vida das pessoas. A premissa não poderia ser mais interessante, e no meio disso tudo, muitas descobertas e um crescimento lindo dos personagens. 

             Eu creio que não me esquecerei tão em breve o quão maravilhoso é este anime, e o quanto ele me fez bem. A história pode ser meio pesada em alguns momentos, mas passam ensinamentos raros de se ver em animes atuais. 

            O estúdio Pierrot foi competente com a obra, trazendo toda a beleza e profundidade da série. Não gosto de séries longas, mas estes 45 episódios foram incríveis e assisti aos poucos, com medo de que acabasse e sentisse saudades. 

        Eu recomendo e fica aqui o carinho por um anime que pra mim foi mais que entretenimento. Abraços e ótima semana.

3 de novembro de 2016

Old Boy nº8 - Mangás que Andei Lendo} - Edição Final

         Adianto que este texto contém spoilers, então não leia caso não tenha lido o mangá ok. Bom, cheguei ao fim deste formidável mangá. Eu já esperava por um desfecho no mínimo adulto e perturbador.... Não exatamente perturbador, mas foi intenso. 

          Gotou e a professora Kusama, chegaram a ilusionista que o hipnotizou, juntamente com Eri e até o guarda da prisão onde ele ficou por 10 anos. E tudo se torna muito complexo, uma vez que se descobre que a própria Eri, que esconde talvez um dos maiores trunfos da série, possui uma hipnose sobre a hipnose que sofreu, tornando sua mente um cofre fechado com uma poderosa senha. 
            Nada pode ser feito a respeito da mente de Eri, então Gotou decidi por as cartas na mesa e encurrala Kakinuma em uma hotel, onde marcam um próximo encontro. Dentro de sete dias, um deles estaria morto, já que tudo seria finalmente revelado e o jogo, chegaria ao seu climax.
          Por que afinal manter um homem encarcerado por 10 anos? Qual  propósito disto? Tudo se resumiria a reação de Gotou ao ouvir Kakinuma cantando 'Cidade das Flores' na frente da classe? O que a mente doente do Kakinuma deseja para este momento? 
          Kakinuma obviamente tem sérios problemas mentais e sociais, fazendo de Gotou seu totem e provavelmente, grande razão de sua existência até então. Ele queria ser o próprio Gotou e o invejava. Gotou compreendia sua solidão e ao se emocionar com sua canção, criou um rancor inimaginável, por se sentir invadido e humilhado com a descoberta de tal sentimento, de tal fraqueza. Kakinuma dispara conta Gotou. Acerta seu ombro direito.... Seria este o fim.

          Adorei este mangá, e fiquei satisfeito com a aquisição. O final não decepciona apesar de achar que foi decidido tardiamente, o que o tornou corrido e sem muita emoção. O jogo poderia ter sido finalizado na metade do mangá e com mais riquezas e detalhe, mas num todo, vale sim a leitura. Recomendo!

Nome: Old Boy; Oldboy; オールドボーイ
Publicado por: Nova Sampa
Valor: R$ 10,90 (volumes 1 ao 4); R$ 13,90 (volumes 5 ao 8)
Publicado (no Japão): 1996 a 1998
Autores: Garon Tsuchiya (história); Nobuaki Minegishi (arte)
Gêneros: Ação, Mistério, Drama, Psicológico, Seinen

1 de novembro de 2016

Mousse Modeladora da AMEND

          Eu nunca havia comprado um mousse e a experiência com este, da AMEND, não poderia ter sido melhor. O cheiro não incomoda, a textura é muito interessante e o melhor de tudo, rende muitíssimo. A minha embalagem veio com 140 gramas de produto, que rendeu incríveis quatro meses. Obvio, não utilizei com tanta frequência assim e como meus cabelos são curtos, utilizei uma quantidade bem moderada, mas me surpreendi. 

        O preço é um pouco salgado, mas pelo custo/benefício/durabilidade/qualidade achei até que razoável. Na época, paguei $26. Ele diminui o volume, dá uma textura molhada {sem estar} e mantém o cabelo em uma determinada posição por um longo período.Não agride, quebra ou resseca os cabelos.  
          Descobri que a AMEND tem toda uma linha e achei isso o máximo. Se encontrar aqui, comprarei. Só deixo uma ressalva. Não recomendo para cabelos lisos ou alisados quimicamente. Ele tem a tendência de ondular os fios, por um motivo que desconheço. Fica a dica. 

Birdy The Mighty

        Dai você conhece determinado anime, por acaso, e fica se perguntando por que nunca ouviu falar dele antes. Acontece que a mídia cobre o que é mainstream e geralmente é isso o que você acaba consumindo, apenas aquilo que querem que chegue até você, por ser mais lucrativo ou render mais visibilidade a eles, mas há um mundo maravilhoso que não é mostrado e que só conseguimos acesso assim, por acaso, ou saindo um pouco fora da mentalidade comodista.
          Birdy é uma policial alienígena, ela veio a Terra com a intenção de capturar {eliminar?} bandidos temidos da galáxia. Em meio a perseguição, ela acaba ferindo mortalmente {com uma descarga elétrica absurdamente poderosa} um humano, o estudando Tsutomu Senkawa, que só não  morre no incidente, por ter Birdy, incorporada a seu próprio corpo, preenchendo partes de sua matéria deteriorada. Agora, ambos convivem no mesmo corpo.

            A animação foi dividida em 4 OVA's, todos igualmente bem animados e cheios de ação. Fiquei encantado como a qualidade e a história fluem naturalmente e sem forçação de barra. Birdy tem uma personalidade palpável e crível, sem dizer que seu temperamento fora dos padrões é incrível de se ver. Ela salva o anime facilmente.
         Tsutomu é um garoto padrão da sua idade. Estuda muito e sua maior ambição é passar no vestibular da sua escola. O que no Japão não é nada fácil. A paquerinha de Tsutomu com sua coleguinha de classe poderia ter sido melhor trabalhado, ainda que este não fosse o foco do anime, não estragaria em nada, pelo contrário, seria mais um motivo para torcer pelo protagonista. A relação que ele tem com a família é divertida, e o fato de ter uma habitando seu corpo {transformando ele em uma garota a todo momento, estilo Ramma Meio} se torna o alívio cômico da série.

     Pesquisando sobre a animação, encontrei o anime Birdy: Decode. Este, baseado no mangá de 2003. As diferenças no designer dos personagens é notável se comparado com o OVA. Mas na verdade, o próprio OVA não foi baseado no mangá de 2003 e sim no mangá de 1985. Acontece que Masami Yuki, autor da obra ilustrou apenas um volume do mangá, abandonando-o na revista Weekly Shonen Sunday, na qual retornou em 2003 sendo concluído em 2008. O projeto foi migrou mais tarde para a revista Big Comic Spirits.

        Pra finalizar, eu encontrei por acaso na Internet, e com uma dublagem lindíssima. Caso estejam interessados, pesquisem, creio que não terão dificuldades para encontrar também. Abraços.