Cara, falar de Magic Knight Rayearth é falar de um dos maiores clássicos que já pisaram na Terra. Se você viveu os anos 90 ou pegou o mangá depois, sabe que não é só "mais um anime de garotinhas mágicas". O CLAMP simplesmente decidiu misturar tudo que era legal na época e criou uma obra-prima.
E agora, 30 anos depois, o presente chegou: durante o AnimeJapan 2026, veio o anúncio que todo fã esperava, um teaser trailer inédito, ilustração promocional de tirar o fôlego e o elenco principal enfim revelado. A nova adaptação estreia em outubro de 2026, e olha só quem vai dar vida às nossas guerreiras: Hikaru Shidou - Ayane Sakura (Ochaco de My Hero Academia), Umi Ryuuzaki - Rumi Okubo (Nene de Tune In to the Midnight Heart), Fuu Hououji - Rie Takahashi (Megumin de KONOSUBA).
O time de produção também é de encher os olhos: direção de Yui Miura, coordenação de Shigeru Murakoshi, design de personagens por Satomi Watanabe e uma trilha sonora que já promete arrepios com Yuki Kajiura, Takumi Ozawa e Shiho Terada. O estúdio é a E&H production, com planejamento da UNLIMITED PRODUCE by TMS. E o melhor: o novo visual das protagonistas está mais fiel ao traço original do mangá, aquele traço detalhado, cheio de armaduras brilhantes e capas esvoaçantes que só o CLAMP sabe fazer.
Tudo começou lá atrás, em 1993, quando o quarteto de mulheres geniais que nos deu Cardcaptor Sakura e X resolveu pegar três estudantes que não se conheciam e jogá-las em outro mundo a partir da Torre de Tóquio. O que parecia uma aventura colorida logo se transformou em uma história épica de sacrifício, dever e um dos plot twists mais pesados e tristes da história dos animes.
A grande sacada do CLAMP foi o estilo RPG. Elas não ganhavam só poderes, subiam de nível! As armas evoluíam, as armaduras mudavam visualmente conforme ficavam mais fortes e, no ápice, vieram os Gênios: robôs gigantes num shoujo de fantasia. Meninas também queriam pilotar mechas, e Rayearth provou isso com força.
No Brasil, a gente tem um carinho gigante porque a série foi um pilar. Passou no SBT em 1996, marcou uma geração e foi o primeiro mangá publicado pela JBC em 2001, abrindo as portas para o mercado que temos hoje. Sem Hikaru, Umi e Fuu, o cenário de anime e mangá por aqui seria bem diferente. E agora, o clássico também reestreou na TV Cultura em março de 2026 e está disponível na Netflix com a dublagem original.
A nova adaptação chega para comemorar esse legado. A expectativa é ver aquela animação moderna fazendo justiça aos designs incríveis da Mokona e à trilha sonora que a gente ainda cantarola de vez em quando. O projeto promete modernizar a jornada das três estudantes transportadas para Cephiro, mantendo os elementos icônicos — a Torre de Tóquio, a princesa Esmeralda, a força do dever acima dos desejos.
É como reencontrar grandes amigas depois de décadas. Você chegou a ler a edição de luxo da JBC ou conheceu a série pela TV?
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