28 de março de 2026

Guerreiras Mágicas de Rayearth: 30 anos depois, o CLAMP renasce em outubro de 2026

     Cara, falar de Magic Knight Rayearth é falar de um dos maiores clássicos que já pisaram na Terra. Se você viveu os anos 90 ou pegou o mangá depois, sabe que não é só "mais um anime de garotinhas mágicas". O CLAMP simplesmente decidiu misturar tudo que era legal na época e criou uma obra-prima.

     E agora, 30 anos depois, o presente chegou: durante o AnimeJapan 2026, veio o anúncio que todo fã esperava, um teaser trailer inédito, ilustração promocional de tirar o fôlego e o elenco principal enfim revelado. A nova adaptação estreia em outubro de 2026, e olha só quem vai dar vida às nossas guerreiras: Hikaru Shidou - Ayane Sakura (Ochaco de My Hero Academia), Umi Ryuuzaki - Rumi Okubo (Nene de Tune In to the Midnight Heart), Fuu Hououji - Rie Takahashi (Megumin de KONOSUBA).
   
      O time de produção também é de encher os olhos: direção de Yui Miura, coordenação de Shigeru Murakoshi, design de personagens por Satomi Watanabe e uma trilha sonora que já promete arrepios com Yuki Kajiura, Takumi Ozawa e Shiho Terada. O estúdio é a E&H production, com planejamento da UNLIMITED PRODUCE by TMS. E o melhor: o novo visual das protagonistas está mais fiel ao traço original do mangá, aquele traço detalhado, cheio de armaduras brilhantes e capas esvoaçantes que só o CLAMP sabe fazer.
     Tudo começou lá atrás, em 1993, quando o quarteto de mulheres geniais que nos deu Cardcaptor Sakura e X resolveu pegar três estudantes que não se conheciam e jogá-las em outro mundo a partir da Torre de Tóquio. O que parecia uma aventura colorida logo se transformou em uma história épica de sacrifício, dever e um dos plot twists mais pesados e tristes da história dos animes.

     A grande sacada do CLAMP foi o estilo RPG. Elas não ganhavam só poderes, subiam de nível! As armas evoluíam, as armaduras mudavam visualmente conforme ficavam mais fortes e, no ápice, vieram os Gênios: robôs gigantes num shoujo de fantasia. Meninas também queriam pilotar mechas, e Rayearth provou isso com força.

     No Brasil, a gente tem um carinho gigante porque a série foi um pilar. Passou no SBT em 1996, marcou uma geração e foi o primeiro mangá publicado pela JBC em 2001, abrindo as portas para o mercado que temos hoje. Sem Hikaru, Umi e Fuu, o cenário de anime e mangá por aqui seria bem diferente. E agora, o clássico também reestreou na TV Cultura em março de 2026 e está disponível na Netflix com a dublagem original.
     A nova adaptação chega para comemorar esse legado. A expectativa é ver aquela animação moderna fazendo justiça aos designs incríveis da Mokona e à trilha sonora que a gente ainda cantarola de vez em quando. O projeto promete modernizar a jornada das três estudantes transportadas para Cephiro, mantendo os elementos icônicos — a Torre de Tóquio, a princesa Esmeralda, a força do dever acima dos desejos.

     É como reencontrar grandes amigas depois de décadas. Você chegou a ler a edição de luxo da JBC ou conheceu a série pela TV?

Akane-banashi: vingança, arte e superação.

     Chegou a hora do grande palco! O anime de Akane-banashi finalmente tem estreia marcada: 04 de abril de 2026, produzido pelo estúdio ZEXCS. A distribuição global vai rolar no canal do YouTube “Akane-banashi Global” e, a partir de maio, na Netflix.

     O elenco já é de arrepiar: Anna Nagase (ZENSHU) dá voz à Akane Osaki, Takuya Eguchi (Loid de SPY x FAMILY) é Karashi, e Rie Takahashi (Hell’s Paradise) é Hikaru. A direção é de Ayumu Watanabe (Summer Time Rendering), com roteiro de Michihiro Tsuchiya, design de Kii Tanaka e trilha sonora de Akio Izutsu. E tem ninguém menos que Kikuhiko Hayashiya supervisionando os rakugo!

     A história: Akane era só uma criança quando viu o pai ser injustamente expulso do mundo do rakugo. Agora, aos 17 anos, ela vai entrar nesse universo competitivo e tradicional para conquistar o posto máximo de shin’uchi e restaurar o orgulho da família. É vingança, é arte, é superação pura.

      O mangá, escrito por Yuki Suenaga e ilustrado por Takamasa Moue, sai na Shonen Jump desde 2022 e já tem 17 volumes. No Brasil, a JBC publica e resume com aquele gostinho: “Nasce aqui uma nova heroína do Rakugo!!!”

    Teaser trailer, arte oficial e site já estão no ar. A estreia na TV Asahi é em abril, mas por aqui a gente acompanha pelo YouTube e Netflix em maio. É hora do conto. E essa heroína promete fazer história. O rakugo é uma arte desconhecida até mesmo para muitos japoneses, então não sei como os brasileiros vão lidar com essa forma de narrativa. Assim como Hikaru no Go conseguiu conquistar tantos fãs com sua temática de jogos de tabuleiro, acredito que essa obra vai se destacar por sua proposta tão singular.

Ghost in the Shell- Nova série de anime chega em julho com teaser de tirar o fôlego!

      Fãs, preparem o coração. A nova série de anime de Ghost in the Shell chega em julho de 2026, produzida pelo Science SARU, o mesmo estúdio de Dandadan. Com direção de Mokochan, roteiro de EnJoe Toh e trilha sonora de Taisei Iwasaki, a animação promete um visual moderno capturando a essência cyberpunk do mangá original de Masamune Shirow (1989–1991).

     A história se passa no fim do século 21, num mundo onde a fronteira entre humano e máquina deixou de existir. Na sinopse: "Nesse cenário em transformação, a superagente ciborgue Major Motoko Kusanagi terá que caçar os terroristas e cibercriminosos mais criativos e perigosos." E como se não bastasse, ainda teremos hackers fantasmas como vilões.
     O mangá já vendeu mais de 4,2 milhões de cópias pelo mundo e rodou em 24 territórios. Com impacto cultural imenso, a franquia influenciou uma geração inteira de criadores. O anúncio trouxe teaser trailer e visuais, e a expectativa para o retorno da Major está lá no alto. Tudo isso em parceria com Bandai Namco Filmworks e Kodansha. Já deu pra sentir a obra-prima vindo aí.