27 de fevereiro de 2025

Uma Biodversidade Mortal e Encantadora - Planeta dos Abutres

Planeta dos Abutres (2014) é um filme que me deixou absolutamente fascinado! Dirigido por Dan Gilroy e estrelado por Jake Gyllenhaal, Rene Russo e Bill Paxton, essa obra é um mergulho sombrio e perturbador no mundo do jornalismo sensacionalista e da exploração da tragédia humana. Gyllenhaal interpreta Louis Bloom, um personagem complexo e ambicioso que começa como um pequeno vigarista e se transforma em um fotógrafo freelancer que cobre cenas de crimes e acidentes em Los Angeles. Sua transformação ao longo do filme é assustadoramente convincente, e Gyllenhaal entrega uma atuação de tirar o fôlego.

O filme é tecnicamente impecável. A fotografia, assinada por Robert Elswit, captura a atmosfera noturna e caótica de Los Angeles, com tons frios e contrastes marcantes que refletem a moralidade questionável dos personagens. A trilha sonora, composta por James Newton Howard, é tensa e pulsante, complementando perfeitamente a narrativa. A edição, feita por John Gilroy, mantém o ritmo acelerado, mas sem perder a profundidade emocional da história.

     O que mais me impressionou foi a crítica social afiada. Planeta dos Abutres expõe a natureza predatória da mídia e como a sociedade consome tragédias como entretenimento. A personagem de Rene Russo, Nina Romina, é a chefe de uma emissora de TV que personifica essa exploração, enquanto Bill Paxton, como Joe Loder, representa a concorrência implacável nesse mercado sombrio.

     Curiosamente, o roteiro foi escrito pelo próprio diretor, Dan Gilroy, que se inspirou em casos reais de jornalismo sensacionalista. O filme também foi um marco na carreira de Gyllenhaal, que perdeu mais de 10 quilos para interpretar Louis Bloom, dando ao personagem uma aparência física que reflete sua obsessão e desespero.

Se você gosta de filmes que misturam suspense, crítica social e personagens moralmente ambíguos, Planeta dos Abutres é uma escolha perfeita. É daqueles filmes que fica na sua cabeça por dias, fazendo você refletir sobre ética, ambição e o preço do sucesso. Recomendo muito! Não perca essa obra-prima do cinema contemporâneo.

12 de setembro de 2024

Elite - Série Finalizada

     Chegamos ao grandioso desfecho de Elite, a série que, ao longo de suas oito temporadas, mergulhou nas desventuras de jovens privilegiados envolvidos em questões polêmicas que vão de estupro a homossexualidade, passando por drogadição e incesto. Se há algo que Elite não deixa a desejar, é a controvérsia.

     As duas primeiras temporadas foram um verdadeiro fenômeno, recebendo aclamação da crítica e conquistando o público. Contudo, à medida que as temporadas avançaram, a trama começou a se arrastar, repetindo fórmulas e trocando a adrenalina por um ciclo previsível de assassinatos e mistérios que, embora intrigantes, perderam um pouco do frescor inicial.

     A série, criada por Carlos Montero e Darío Madrona, é uma provocação à moralidade e às normas sociais, revelando um mundo onde a riqueza parece permitir a transgressão das regras. É impossível não se sentir atraído pelo elenco jovem e carismático, que traz à vida personagens complexos e cativantes. Entretanto, as constantes mudanças no elenco principal e a repetição de enredos podem ter deixado alguns fãs insatisfeitos.

     Entre os rostos que marcaram a série, destacam-se nomes como María Pedraza, Itzan Escamilla, Miguel Bernardeau, Ester Expósito, Álvaro Rico, e Arón Piper. O brasileiro André Lamoglia também fez sua marca como Iván, um jovem bissexual que explora sua identidade em meio ao drama escolar.

     É inegável que sentirei falta dos debates morais e sociais que a série proporcionou, assim como da entrega apaixonada da maioria dos atores. Que novas produções surjam para continuar essa discussão necessária, pois debates intensos são fundamentais para moldar nossas visões e opiniões.

    Chegou a hora de dizer adeus a uma série que marcou época. Após uma trajetória repleta de altos e baixos, esta temporada de despedida conseguiu catapultar o conteúdo espanhol da Netflix para o centro das atenções globais. Agora, resta-nos aguardar ansiosamente pelas próximas apostas dos espanhóis, que certamente virão recheadas de novidades empolgantes. Já estou com saudades de Las Encinas!

18 de outubro de 2019

Cara Gente Branca...

      Estou finalizando mais uma série da Netflix, e antes de perder todo o impacto que senti ao assisti-la, quero deixar aqui algumas palavras, de um negro/pardo/mestiço, que ama sua raça e que depois de Cara Gente Branca, está mais consciente do que nunca, a respeito de suas origens e sim, um tanto mais militante também. 
       A série se passa dentro de uma faculdade, um campus, onde a maioria dos estudantes é branca mas o foco fica no núcleo negro, onde vemos toda uma gama de situações recorrentes com pessoas de pele escura. O racismo é apontado a todo tempo, mas não muito com humor e sim com um certo sarcasmo, necessário e desconcertante. 
       A série emociona, e traz temas jovens e claro, muitas vezes envolvendo racismo. Há abuso de autoridade policial, homossexualidade, aceitação, perda. É uma série interessante quanto ao viés social e recomendo a todos, em especial, as pessoas brancas, óbvio. Sei que é complicado enxergar como os brancos são privilegiados(para os brancos..), mas uma alto-análise nunca é demais. Que possamos todos refletir sobres as questões ali abordadas e com isso, evoluir em nossa mentalidade. Dica dada.  

9 de setembro de 2017

Séries que Andei Vendo - O Nevoeiro

             E se a natureza se voltasse contra a humanidade, punindo cada pessoa de uma forma peculiar, seja com seus medos ou com seus pecados? Eu admito que ainda estou absorvendo esta série, mas admito, não é mesmo nada simplória. O Nevoeiro, é baseado no livro  do genial Stephen King, e se trata de uma série mais obscura do que aparenta ser. 
            Um entranho nevoeiro invade a cidade, fazendo com que as pessoas fiquem isoladas e incapacitadas de se locomoverem para outras lugares, uma vez que o nevoeiro danifica carros, torna a visibilidade ruim e causa estranhas mortes a quem a ele se expõe. O nevoeiro é a ameaça! Muitos ficam isolados, confinados com outras pessoas e o caos se instaura. Quem se expõe, morre. A morte pode ser causada de diversas formas, mas a base é sempre a mesma: os medos que nos afligem. Seja algo ruim que você fez e que te atormenta, seja um medo ou um trauma. 
         Os personagens são muito bem construídos e todos são profundamente reais. Nenhum deles é exatamente o que achamos ser e todos possuem seu pecado em particular. Eu diria, que o nevoeiro é apenas um pano de fundo, para que o roteirista trabalhe personagens tão interessantes. Não vou me aprofundar. Vou acabar dando spoilers, mas recomendo fortemente a série, que aparentemente, precisará de mais alguns episódios para um encerramento digno. Os 10 primeiros, são intensos e o final, inconclusivo. Vamos aguardar novidades.

21 de julho de 2017

Séries que Andei Vendo:13 Reasons Why

           Eu sei. Já falaram demais desta série e eu, raramente teria algo a acrescentar, mas preciso comentar um fragmento das emoções que tive, ao devorar esta temporada. Sim, a série é complexa e pesada. Ao começar a assistir, pensei estar vendo um folhetim, estilo Malhação, mas não poderia estar mais enganado. 
              Personagens complexos e bem trabalhados {o protagonista é fraco, mas tá valendo} são o grande chamariz da série. Sabe-se que a personagem central, Hannah, cometeu suicídio, e durante doze fitas K7, teremos os motivos que a levaram a isso. O assunto é sério, pois o motivo, é o bullying que ela sofreu de vários amigos de escola, que também são mencionados nas fitas com seus respectivos "pecados". 
              É bem complicado, e é impossível não nos colocarmos na pele dela, uma vez que todos nós já passamos por maus bocados na escola, ou pelo menos, fomos o algoz de alguém. Eu me recordei instantaneamente tudo que sofri na escola, e digo com toda a franqueza: Se não está preparado psicologicamente, você pode sim, ficar abalado com o enredo da trama, que em pontos mais críticos, mostra abuso psíquico e violência sexual.
          Pra mim, foi sufocante ver personagens sendo abusadas. Acompanhar as motivações dos principais envolvidos e ver a formações de novos monstros sociais, que hora ou outra, tendem a explodir em desfechos trágicos e fatais. Hannah é dramática. Ela poderia ter tomado outro rumo, seguido outra direção, mas nós sabemos bem como a cabeça de um jovem adolescente é confusa e destrutiva. Até os pais serviram para empurrá-la ainda mais para o fundo do poço, com atitudes e palavras simples, mas nocivas. 
           No fim, percebemos como podemos fazer a diferença na vida das pessoas que nos cercam, e muitas vezes nos omitimos. Seja por orgulho, indiferença ou mesmo, birras infantis. Já passou da hora de tentar nos melhorarmos cada dia mais. Precisamos todos de ajuda. A sociedade nos faz doentes, e mal conseguimos ajudar a nós mesmo, mas é preciso vencer a correnteza. Recomendo♥

23 de janeiro de 2017

American Horror Story - Séries que Andei Vendo

            O sombrio sempre atraiu a humanidade e a mim claro. Gosto de filmes de terror, mas admito, é raro encontrar algum com uma qualidade aceitável. A maioria decepciona, em especial por dar pouca atenção a uma história de qualidade, e se pegar na apelação, jogando sustos e sangue em toda a parte. 
        Quando encontrei AHS foi um choque. Não acreditava estar diante de um roteiro tão interessante e cativante para uma série de horror. Cada temporada contempla um arco diferente, e apesar de trazer um núcleo central de atores e eles se revezarem em distintos personagens, todos são incrivelmente bons para nos surpreender com atuações incríveis e fervorosas.
             A primeira temporada nos mostra uma casa mal assombrada, com uma gama de personagens com atuações ricas e palpáveis. Um casal que se muda, achando estar fazendo um bom negócio, descobre que o inferno só está começando. Mortos caminham pela casa, onde assassinatos hediondos e assustadores foram cometidos. Os finais de AHS nem sempre são felizes, mas a mim são satisfatórios. Não suporto finais previsíveis.
         A segunda já nos pega pelo maior temor de um ser humano racional: Acabar em um hospício. Ter a sua sanidade questionada é incômodo e nos desequilibra. Essa temporada é uma das mais perturbadoras até agora {assisti só três por enquanto}, com exorcismos, anjo da morte, psicopatas disfarçados e muita gente mutilada.
          A terceira temporada foi a última que vi. Provavelmente a que mais amei até então. Não sei se foi o tema: Bruxaria. Mas foi de fato instigante ver o decorrer da série. Racismo, feminismo, magia negra...Uau, essa temporada foi fascinante. Só um tema me vinha a mente: Mãe. Engraçado como cada enredo caía nesta temática. A mãe que molesta o filho, a mãe que priva o filho de tudo, inclusive do seu passado criminoso e se oculta abaixo do manto cristão. A mão que subjuga e humilha a filha para que ela seja sempre inferior e nunca a a supere. A mulher que recorre a tudo para ser a mãe. A mãe que dá seu filho ao demônio...
            Atualmente comecei a ver a quarta temporada, Freak Show, sobre um circo e as pessoas "anormais" que lá existem e são exploradas por suas peculiaridades. Logo retorno para falar sobre para vocês. Abraços e recomendo fortemente

27 de dezembro de 2016

3% de chance de ser feliz

             Hoje eu conclui a série 3%, original e disponível pela Netflix. Ainda estou em choque. Não esperava que o Brasil fosse despontar com séries cada vez melhores e mais arrojadas e por fim, nós, consumidores frenéticos de séries é quem saí ganhando.

             A premissa funciona de tal forma: Vivemos em um mundo sujo, com um alto grau de pobreza e pessoas muito inconformadas com a situação em que se encontram {parece familiar né?}. A contra partida, existe um lugar muito melhor, onde tudo funciona bem: saúde, educação, tecnologia.... Um mundo tão utópico e perfeito que é cobiçado por todos, mas só disponível para 3% da população. 
           Neste cenário existe uma seleção, com o propósito de filtrar os melhores, os quais irão adentrar a este novo e maravilhoso mundo chamado MarAlto. A seleção envolve perspicácia, inteligência, e raciocínio lógico. São várias provas com uma única finalidade: escolher os mais hábeis para esta vida tão afortunada e única. Assim  que completam 20 anos, os jovens adultos estão prontos para passar no sistema. Muitos, passam toda a sua vida se preparando para a mesma.  
            Mas o processo de seleção possui falhas. Muita coisa não funcionam como esperado e nem tudo são flores. A seleção envolve grande apelo  psicológico, e tudo vira uma grande bomba relógio. Achei a série fantástica e interessante. Eu não imaginei que seria tão coesa e significante. 
           Fico feliz em ver o Brasil tão bem neste quesito, já tão dominado pelos gringos. A série cativa, comove e nos prende.  E queria um capricho melhor na maquiagem, cenários, figurinos, mas não se pode te tudo afinal, no mais, recomendo. 

25 de outubro de 2016

TWD - O Massacre Retornou

         Todos já imaginávamos que viria bomba nesta 7ª temporada de TWD. E claro, estamos cada dia mais distantes do "felizes para sempre". Eu espero apenas que a série, que hoje é uma das minhas favoritas, não se arraste por anos sem fim, se tornando arrastada e pesarosa. Por fim, 'pessoas morrem' mas nunca queremos que os nossos favoritos padeçam. No mais, estou em choque e já aguardo uma vingança triunfal para o 'nosso' bando.
            TWD, no meu ponto de vista, foi a visão mais nua e crua do que seria um apocalipse zumbi real. A coisa iria ficar preta. Perderíamos toda a nossa humanidade e seríamos sim, piores que os mortos vivos, que na pior da hipótese, estão se movendo apenas por instintos básicos, como comer e se mover.
          O ser humano sempre o pior e mais cruel das criaturas. Aguardemos os próximos episódios... E poxa vida, o Glenn tudo bem, mas o Abraham era um dos meus favoritos. Bom, vida que segue. 

30 de julho de 2015

Sense8

     Há muito não acompanho alguma série. Talvez a que eu acompanho a mais tempo seja "Gilmore Girls", isto por que compro os boxes sempre que posso, e vou devorando aos poucos sabe? com aquela peninha que acabe logo. Vou degustando aos poucos, como um doce bom da infância. Mas teve "Arquivo X" que consegui completo por uma amiga, mas sim, algum dia terei o boxe... Ando pobre para estas coisas. 
     É complicadíssimo explicar a série, e vou evitar tentar isso. Vou indicar a minha fonte, de onde partiu esta nova paixão. Foi através de uma youtuber que cheguei a Sense8, a Jout Jout explicou maravilhosamente a série. É mais complexo que isso, claro, aliás, há muito envolvido na trama. Aliás, os wachowski são perfeitos para criarem histórias entrelaçadas, vide Cloud Atlas e Matrix, que são soberbos. Mas me serviu como um pontapé inicial. 
      Sense8 é uma mistura maravilhosa de sexualidades, culturas, personalidades, situações e enredos, que nos prende de uma forma, que é impossível não viciar. O problema é, como conciliar o tempo? Gente, é muito viciante e quando você percebe, acaba querendo mais e mais, e a pia tá cheia de louça para lavar, risos. No mais, recomendo fortemente, afinal, se está aqui no meu blog, é por que algo de bom tem. Ah, e saibam... depois disso vocês não serão só vocês mesmos!

21 de junho de 2014

The Walking Dead - A Série

     Eu estou em completo choque. Há muito não me apaixonava tanto por uma série, e essa me pegou em cheio. Depois de acompanhar a primeira temporada enlouquecidamente, achei que a segunda viria mais fraca e com mais do mesmo, por sorte, me enganei redondamente, e tive a chance de acompanhar uma das séries mais memoráveis da minha vida.
     Eu assisti todas as 4 temporadas e agora, é só esperar a 5ª que parece que só chega no final do ano, em Outubro. Eu queria destrinchar toda a beleza dessa série, com toda a sua profundidade na questão de convívio humano e exploração da natureza humana em si, mas precisaria de vários posts pra isso.
    Digo apenas que a série é de longe obrigatória a todos fãs de zumbis e que hoje, é um dos ícones deste fandon. Há alguns pontos que não aprecio na série, como os zumbis serem lentos demais, mas entendo que de certo forma, isso se encaixa como uma homenagem aos antigos zumbis que popularizaram este gênero.
    O elenco é um chamariz à parte. Atores maravilhosos de ótima química e de brilhantes atuações. Destaco aqui a minha favorita, Danai Jekesai Gurira, com uma atuação fantástica e poderosa na 4ª temporada. Bom, no mais, recomendo muito a série. Voltamos a falar de The Walking Dead no final do ano, e que venha a 5ª temporada! Ansioso. 

26 de abril de 2014

Séries que Andei vendo: The Walking Dead

     Admito, nunca gostei de Zumbis. Eu até tentei, e gosto muito dos filmes de  Resident Evil, mas só, minha admiração não passava daí. Mas um dia uma amiga me apresentou Left 4 Dead, um jogo de Zumbis que se tornou, em pouco tempo, o meu favorito, e desde então tenho visto Zumbis de uma forma diferente. 
     Eu muito já havia ouvido falar de The Walking Dead, mas nunca tive a curiosidade de ver. Sabe quando você já consome material demais e quase não sobra tempo para excedentes, então. Eu vejo de tudo um pouco e tudo que acho relevante, que por sua vez, me toma muito tempo, pois me dedico totalmente a tal coisa. Lembro de já ter visto uma série de 4 temporadas em um único final de semana, vício total.
      The Walking Dead, conta basicamente a história de um grupo de sobreviventes, após um misterioso Apocalipse Zumbi. Logo de cara somos apresentados a Rick, que estava em coma e acorda depois do ocorrido, com o hospital cheio de cadáveres e uma ala selada, onde alguns zumbis foram aprisionados.
      O objetivo de Rick agora, é encontrar a sua família, mas antes, ele precisa compreender o que está havendo e claro, se manter vivo. Eu não vou falar muito da série aqui, pois o legal mesmo é acompanhar o cotidiano dos personagens, mas adianto que vale muito a pena, e eu estou encantado com a série.
      A princípio, o que mais me chama atenção são os recursos quase zero de computação. Tudo é feito na raça, na maquiagem tradicional, e muita coisa impressiona, como o zumbi que se arrasta sem a parte inferior do corpo... Simplesmente genial. Na série, os zumbis só morrem se atingidos no cérebro, ou seja, até uma cabeça sem corpo permanecerá animada se não for golpeada da forma correta.
     A série nos mostra algo bem simples, o inimigo do homem é sempre ele mesmo, independente se os mortos começaram a comer os vivos, somos nós que vamos nos vitimar, cada vez mais, com um extinto errôneo em relação ao certo e errado. Eu quero muito continuar acompanhando e a cada temporada farei um novo post aqui.Pra quem quiser acompanhar, a série está completa on line através do Youtube.  Abraços e fica a dica.